Construção em greve<br>na Alemanha
Trabalhadores de mais de uma centena de empresas de construção civil de dois estados regionais da Alemanha iniciaram, na segunda-feira, 18, uma greve ilimitada, exigindo a aplicação de um acordo obtido em Maio ao nível federal.
O convénio prevê aumentos salariais de 3,5 por cento desde 1 de Junho, acrescidos de 1,5 por cento em Abril de 2008 e mais 1,6 por cento em Setembro do mesmo ano.
Depois de inicialmente ter aceitado estas condições, o patronato dos estados regionais da Baixa-Saxónia e de Schweslig-Holstein recuou, bloqueando o acordo.
O sindicato IG Bau afirma que a greve irá prolongar-se até que os patrões assinem o documento. Esta é a primeira greve dura no sector desde 2002, ano em que serealizou uma paralisação de dez dias por aumentos salariais.
O convénio prevê aumentos salariais de 3,5 por cento desde 1 de Junho, acrescidos de 1,5 por cento em Abril de 2008 e mais 1,6 por cento em Setembro do mesmo ano.
Depois de inicialmente ter aceitado estas condições, o patronato dos estados regionais da Baixa-Saxónia e de Schweslig-Holstein recuou, bloqueando o acordo.
O sindicato IG Bau afirma que a greve irá prolongar-se até que os patrões assinem o documento. Esta é a primeira greve dura no sector desde 2002, ano em que serealizou uma paralisação de dez dias por aumentos salariais.